Saco de lavagem filtra microplásticos

Osklen começa a vender em algumas lojas da marca a GuppyFriend Washing Bag para reduzir o plástico que vai para o esgoto doméstico.

A Osklen anunciou que passa a vender no Brasil a GuppyFriend Washing Bag, um tipo de saco indicado para lavagem doméstica em máquinas. O produto foi desenvolvido por uma empresa alemã formada por surfistas e amantes da natureza preocupados com o excesso de plástico encontrado nos oceanos. Pela descrição, essa bolsa feita de malha (segundo a Osklen) retém as micropartículas de plástico liberadas durante a lavagem por peças que tenham fibras sintéticas na composição do tecido.

Ao final do ciclo de lavagem, a orientação é retirar a roupa e recolher as partículas que ficam no fundo. Não vale enxaguar o saco, mandando os resíduos pelo ralo. Com isso, o fabricante alerta que apesar de ser uma ação de impacto pequeno, evita descartar mais micropartículas de plástico no esgoto doméstico e que acabam chegando aos rios e mares. O saco de lavagem acomoda até um casaco de lã ou pode ser preenchido por roupas menores.

A Guppy Friend Washing Bag foi lançada pela Osklen durante o Rio Ethical Fashion, primeiro fórum internacional de moda sustentável realizado na cidade do Rio de Janeiro. O produto custa R$ 127 e será vendido nas lojas Ipanema, Osklen Surfing, Osklen Praia, Rio Design Barra, Oscar Freire, Iguatemi São Paulo e Vila Madalena.

OUTRAS INICIATIVAS

Dentro da filosofia Asap (As Sustainable As Possible, As Soon As Possible), a Osklen acumula iniciativas de cunho ambiental como adotar canteiros de vegetação de restinga, que preservam o ambiente praiano banhado pelo mar. “Só nas praias cariocas foram replantadas 41.620 mudas em mais de 11 mil metros quadrados”, afirma a marca que pertence ao grupo da Alpargatas.

Fundada por Oskar Metsavaht, a Osklen foi comprada pela empresa dona da Havaianas. A Alpargatas que pertencia ao grupo Camargo Corrêa; passou pela holding dos irmão Batista, da JBS; e teve o controle acionário vendido em setembro de 2017 para a Itaúsa e a Cambuhy, que juntam detêm 54% do capital da empresa.

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